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domingo, 12 de fevereiro de 2012

História em 77 palavras

O Piolho

A minha irmã Lili ofereceu-me um coelho branco com manchas castanhas, muito peludo.
Coloquei-o numa coelheira e, às vezes, libertava-o e brincava com ele no quintal.
O piolho comia alface, cenouras e ração.
Ele brincava com a tartaruga e com os dois cágados.
Lá em casa todos o adoravam, exceto a minha mãe, porque ele espalhava pêlos por toda a casa.
Hoje estou muito triste, porque o meu Piolho morreu!
Nunca esquecerei o meu coelhinho.

                                                                                           Frederico
           

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Hambúrgueres de batata com frutos secos

 
     Ingredientes:

     3oo g de batata;
     1colher de sopa de pistáchios descascados;
     1 colher de sopa de pinhões;
     2 colheres de sopa de miolo de noz;
     2 colheres de sopa de azeite;
     1 ovo;
     2 colheres de sopa de pão ralado;
     Salva;
     Sal;
     Pimenta.

      Modo de Preparação:                                                                       

1-      Cozer as batatas com casca em água com sal. Pelar as batatas logo que estejam tépidas e esmagá-las para dentro de uma tigela.

2-      Misturar os frutos secos previamente picados, o ovo e um pouco de pão ralado (reservar o restante para panar). Retificar os temperos e amassar.

3-      Formar hambúrgueres com ajuda de uma forma circular, fazendo pressão com a ajuda de uma de uma colher de sopa para nivelá-los. Em seguida, panar os hambúrgueres e fritá-los de ambos os lados, numa frigideira antiaderente com azeite e salva, durante cerca de 2 min de cada lado.

4-      Servir os hambúrgueres bem quentes e estaladiços por fora. Decorar a gosto com nozes e pistáchios descascados.



Atividades realizadas no âmbito do projeto: Heróis da Fruta













sábado, 4 de fevereiro de 2012

Alimentação contra o frio

Alimentação contra o frio

Alimentação contra o frio

Proteja-se de forma natural e viva as estações frias sem ter de se fechar em casa

Se a estação dos «atchins» ainda agora chegou e a sua garganta já se queixa, está na hora de reforçar as suas defesas.

As baixas temperaturas e a maior concentração de pessoas no interior das casas e dos espaços públicos são propícias à sobrevivência e propagação dos vírus através do ar e, por isso, são sinal de que as chamadas doenças de inverno ou infecções respiratórias estão à porta.

Para actuar antes que cheguem é essencial aumentar as nossas defesas, reforçando o sistema imunitário. A chave da prevenção está na alimentação, na adopção de um estilo de vida saudável e no uso de produtos naturais, como infusões de plantas, e de suplementos alimentares, que podem ser uma excelente ajuda.

Na opinião do médico de clínica geral Pedro Lôbo do Vale, «é certo que uma alimentação correcta e um bom estado físico ajudam a reforçar as defesas, contudo, tem vindo a ser cada vez mais comprovada a eficácia da toma de suplementos alimentares na prevenção e tratamento das doenças de Inverno».

A dieta que reforça as defesas

A alimentação tem um papel crucial no reforço do sistema imunitário e, segundo Pedro Lôbo do Vale, «deve ser tão diversificada quanto possível, com especial abundância de alimentos hortícolas (cozinhados e crus), frutas, cereais integrais, sementes, leguminosas, peixe, gorduras vegetais e iogurte ou leite fermentado». Dê particular atenção a estes alimentos e ganhe uma saúde de ferro.

Frutas e vegetais

São essenciais para reforçar as defesas e devem estar presentes em todos os momentos do dia. Há que ter em atenção que, cozinhados, podem perder a concentração de vitaminas do grupo B e C (hidrossolúveis). Por isso, sempre que possível, aproveite a água da cocção (como na sopa, por exemplo).

Leguminosas

Ervilhas, favas, feijão, soja, grão, lentilhas... Segundo o especialista «são especialmente valiosas por serem uma fonte de proteína, para além de também serem ricas em fibra e em gorduras insaturadas». O seu consumo regular potencia a protecção do organismo.

Frutos secos

São benéficos para o sistema imunitário por serem ricos «em vitaminas e minerais como vitaminas do grupo B, vitamina E, ferro, zinco, magnésio, fósforo, selénio e cobre, entre outros», refere o especialista. Para além disso, estão associados a uma elevada percentagem de gordura insaturada que contribui para o reforço das defesas do organismo. «Uma forma saudável de consumir frutos secos é combiná-los com cereais», acrescenta.

Leite
Pedro Lôbo do Vale refere que o leite é «uma fonte de proteína, matéria gorda, hidratos de carbono, sais minerais e vitaminas. Como é um alimento muito completo, constitui uma fonte importante quer de energia quer de nutrientes».

No entanto, ressalva que se deve privilegiar o leite de soja, pois «tem a vantagem de também ser rico em aminoácidos essenciais, não ser fonte de gorduras saturadas e ser melhor tolerado, já que muitas pessoas são intolerantes ao leite».

As vitaminas e os minerais essenciais

O sistema imunitário pode ser reforçado através da ingestão de vitaminas e minerais quer através dos alimentos quer através de suplementos alimentares. Conheça os mais importantes, aconselhados pelo especialista Pedro Lôbo do Vale.
Vitamina C: A toma deste nutriente deve ser reforçada com a chegada das estações mais frias, já que esta vitamina tem um papel essencial na função imunitária. Coma laranja, limão, morangos, melão, tomate, salsa, brócolos e espinafres.
Vitamina D: É um nutriente cujos efeitos na prevenção de gripes e constipações tem vindo a ser comprovado. Um estudo recente publicado na revista Archives of International Medicine confirma que o seu consumo poderá diminuir o risco de contrair estas doenças. Coma lacticínios, sardinhas, arenque, salmão e fígado.
Zinco: Este mineral é um suporte importante do sistema imunitário. «A sua toma em forma de cápsulas tem demonstrado reduzir significativamente a duração e severidade dos sintomas de constipação», refere o especialista. Coma peixe, marisco, gema de ovo, cogumelos, beterraba, alface, couve, laranjas e alperces.


Texto: Ana Catarina Alberto com Pedro Lôbo do Vale (médico de clínica geral)

A responsabilidade editorial e científica desta informação é da revista

Cores primárias

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

O achigã

Nome vulgar:  Achigã
Profundidade: - 7 Metros
Clima: Temperado.
Temperatura: 10ºC - 35°C

Origem
O achigã é originário do sul do Canadá e norte dos Estados Unidos da América e foi introduzido na Europa no final do século XIX. 
Distribuição Geográfica 
Portugal: o achigã foi introduzido pela primeira vez em Portugal em 1898, na Lagoa das Sete Cidades, S. Miguel, nos Açores.
No continente, no entanto, apenas em 16 de Fevereiro de 1952, através de um pequeno número de alevins (150), provenientes de uma piscicultura francesa, a Piscicultura de Clouzioux. O Achigã teve uma excelente adaptação e espalhou-se rapidamente por todas as bacias hidrográficas, particularmente a sul do Rio Tejo, sendo hoje  considerado um dos predadores que mais tem contribuído para uma clara diminuição de outras pequenas espécies, nomeadamente nas albufeiras.

Brasil:foi introduzido no Brasil na década de 30 e habita várias represas do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e São Paulo.
Caracteristícas 
Possui um corpo altivo e alongado, uma cabeça grande e de boca larga e com numerosos e minúsculos dentes, justificadamente agressiva, possui um dorso e cabeça de coloração verde escuro ou oliváceo, com flancos dourados, ventre branco, a linha lateral tem uma fiada de manchas castanhas ou negras, bem visível nos adultos e o opérculo tem duas barras escuras e uma mancha preta.  Tem uma barbatana dorsal dividida em duas partes, tendo a primeira raios espinhosos, tendo ainda na boca uma maxila inferior proeminente e mais saliente do que a superior.
Habitat 
Caracteriza-se como um peixe de águas temperadas ou pouco frias, habitando em locais com vegetação aquática nas albufeiras e lagoas, aparecendo também em alguns troços médios e inferiores dos rios, e habitualmente vive solitário ou em pequenos grupos. É uma espécie de superfície não excedendo normalmente os 7 metros de profundidade e que suporta bem as águas salobras.
 Pode medir até 80 cms. e possuir um peso máximo de cerca de 10 kgs., sendo estas medidas mais reduzidas nos exemplares europeus.
Alimentação
O Achigã adulto é um predador muito voraz, alimentando-se preferencialmente de outros peixes e crustáceos e também de insectos aquáticos.
 Os mais novos têm a sua alimentação baseada em insectos, crustáceos e moluscos enquanto que os alevins se alimentam de planton.
Reprodução 
Durante o período de reprodução, de Abril a Junho, o macho tem um comportamento territorial, protegendo o ninho até os novos terem 3 a 4 semanas de idade. Após este período, permanece em cardumes pouco numerosos durante mais 2 ou 3 meses.
 A desova ocorre quando a temperatura da água atinge os 16 a 18ºC, cada fêmea deposita entre 4.000 e 10.000 ovos em locais de fraca corrente e pouca profundidade, em ninhos feitos pelos machos sobre camadas de pedras, cascalho, areia ou entre raízes aquáticas, ficando os ovos aderentes ao substrato do ninho, o qual é bem guardado e onde procura agitar-se constantemente para melhor oxigenação dos ovos. Após a postura, a companheira é expulsa do ninho, chegando mesmo a ser caçada, podendo ainda o macho atrair outra fêmea.
Técnicas de Pesca para o Achigã
Tamanho mínimo de captura: 20 cm.
Período de pesca: 1 de junho a 14 de março.
Localizações em Portugal - Barragem de Aguieira, Alvito, Arade, Belver, Bravura, Cabril, Caia, Caniçada, Capinha, Carrapatelo, Castelo de Bode, Coruche, Crestuma Lever, Ermal, Fagilde, Fonte Serne, Funcho, Idanha-a-nova, Machuqueira, Magos, Maranhão, Meimoa, Montargil, Monte da Barca, Monte Novo, Morgavel, Mourão, Mula, Odivelas, Pêgo do Altar, Póvoa e Meada, Rôxo, Santa Clara, Torrão, Toulica, Vale Cobrão, Vale da Gata, Vale do Carrapatoso, Vale do Gaio, Venda Velha, rio Arade, Caia, Degebe, Douro, Guadiana, Leça, Lis, Minho, Sado, Sever, Sorraia, Tâmega, Tejo, Vouga, Xarrama e Zêzere. Também nos Açores e na Ria de Aveiro. 
                                                    Trabalho realizado por: Frederico L.

AEC - Clube das Ciências